KioskPrint
Totem de impressão self-service: envia o arquivo pelo celular via QR, paga no PIX e imprime.
A dor
Imprimir um documento fora de casa ainda depende de alguém. Você entra na papelaria, espera o atendente, manda o arquivo pro e-mail da loja e torce pra máquina abrir.
Pra loja, é um pedido que chega todo dia e quase sempre atrapalha. Tira o funcionário do balcão, mexe no computador do caixa e rende centavos por folha. Muita loja prefere dizer que não faz.

Pra quem eu desenhei
Pra duas pessoas bem diferentes. A primeira está em pé na frente do totem, com pressa, um boleto ou um currículo no celular e nenhuma vontade de ler instrução. A segunda é o dono da papelaria ou da farmácia, que quer a receita da impressão sem tirar ninguém do balcão e quer saber pelo celular quanto vendeu e quando o papel vai acabar.
Como eu resolvi
Fiz o produto inteiro sozinho: as telas do totem, a página do celular, o servidor, o painel do lojista e o programa que conversa com a impressora no Windows.
A primeira decisão foi tirar o teclado da conversa. O totem mostra um QR, o cliente abre a página no navegador do próprio celular, sem instalar nada, e manda o arquivo de lá. Word, Excel e foto chegam convertidos em A4, e cada página aparece na tela antes de qualquer cobrança.
A cor é cobrada pela tinta que a página gasta. O sistema mede quanto de cada página é colorido e encaixa o resultado numa de quatro faixas de preço. No exemplo abaixo, um ofício com logo sai por R$ 1,00 e uma foto de página inteira por R$ 2,50, então ninguém paga preço de foto por um cabeçalho verde.
O pagamento é PIX e se confirma sozinho. Se a impressora falhar no meio, o dinheiro volta pro cliente sem ninguém precisar abrir chamado.




O que o lojista ganha
Um serviço que ele recusava vira receita que não ocupa ninguém. O trabalho da equipe passa a ser repor papel quando o próprio totem avisa que está acabando. No painel, cada totem mostra se o programa, a tela e a impressora estão respondendo, quantas páginas saíram e quanto papel resta.
Dá pra entrar de dois jeitos: em comodato, sem comprar equipamento e recebendo uma parte das vendas, ou com totens próprios, ficando com o faturamento.

Site e mapa
Desenhei também o site, que faz dois trabalhos: convence o lojista a ter um totem e mostra pro cliente onde imprimir, num mapa com rota pelo Google Maps até cada ponto. Quando ninguém está usando o totem, a tela vira espaço de anúncio.

Antes de crescer
Antes de levar o totem pra mais lojas, revisei tudo como se o código fosse de outra pessoa, da tela ao banco de dados. A lista não foi pequena. Tinha botão sem contraste e texto pequeno demais pra ler em pé, a página do celular bloqueava o zoom, e um CSS desatualizado em produção escondia botões do painel e achatava a prévia de páginas por folha, como dá pra ver abaixo.
No servidor os achados eram mais sérios. Dava pra abrir o documento de um cliente sabendo só o número do pedido, a limpeza automática apagava arquivo de pedido já pago, pedido travado nunca era estornado e o parceiro em comodato aparecia devendo os 10% que, na verdade, tinha a receber. Corrigi tudo e deixei um teste automático pra cada caso, pra nenhum deles voltar.

Resultado
O KioskPrint está no ar. O cliente manda o arquivo pelo celular, paga no PIX e sai com a folha na mão sem falar com ninguém, e o lojista ganha com um pedido que antes mandava embora.
Quer algo assim? Bora conversar.
Me conta onde sua marca está travando. 30 minutos resolvem a primeira parte.
Bora conversar


